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O amor também é química!

3/21/2013

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Por Stephanie D’Ornelas em 3.12.2012 as 15:00

Um casal participou do primeiro teste humano com um novo antidepressivo. Confinados a um laboratório, os dois logo se apaixonaram. Mas, com o humor e sensações alteradas pela droga, como eles podem saber se estavam realmente apaixonados, ou se o amor surgiu apenas como resultado de uma química cerebral alterada?

Não se preocupe, pois essa não é uma história real absurda, mas o enredo de The Effect, uma peça teatral britânica. O enredo chama nossa atenção por questionar até que ponto os sentimentos não são apenas resultados do funcionamento químico dos nossos corpos.

Afinal, o que é o amor? Um sentimento que surge através de experiências corpóreas concretas, ou é apenas algo psicológico? Qual a relação entre essas sensações físicas e químicas? Muitos tentam dar uma explicação científica para o amor, mas, até hoje, ninguém chegou a uma conclusão definitiva sobre isso.

Está claro, entretanto, que todas as sensações que surgem quando estamos apaixonados ocorrem graças à química. Borboletas no estômago, faces rosadas, mãos suando, olhos brilhantes, sorriso até as orelhas… Esses são apenas alguns dos indícios de que o amor que sentimos está ligado a reações produzidas pelos nossos corpos.

A frase “rolou uma química entre nós” não é apenas figurativa. Todos esses sentimentos bons que acompanham a paixão são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas nos corpos das pessoas apaixonadas. Entre as substâncias, estão a adrenalina, noradrenalina, feniletilamina, dopamina, oxitocina, vasopressina, serotonina e as endorfinas.

Ao todo, pesquisadores acreditam que 12 áreas do cérebro trabalham juntas só quando você olha para o seu amado. Não é à toa que nos sentimos tão bem!

A química da paixão libera substâncias que produzem a sensação de felicidade, aceleram o coração e aumentam a excitação. É graças a esse fenómeno que surge o desejo sexual entre o casal, que muito além de algo físico, é química novamente.

“Amor é fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente; é um contentamento descontente; é dor que desatina sem doer”. Isso era o amor para Luís Vaz de Camões. Não só ele, como outros escritores e poetas de todas as gerações tem tentado expressar em palavras o que é esse sentimento. Apesar de todos nós (ou pelo menos a maioria das pessoas) o reconhecerem, o amor não tem uma definição única.

Será que algum dia a ciência conseguirá explicar o que é esse sentimento, ao seu modo?

New Scientist/Brasil Escola/Somos Todos Um, Foto] http://hypescience.com/o-amor-tambem-e-quimica/

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